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“Trabalho por pessoas melhores”

 

Diferente do estereótipo dos consultores habituais do mercado, este usa cabelos compridos, toca 116 instrumentos e utiliza a música como ferramenta para gestão de pessoas. Nascido em Herval do Sul, na divisa entre Brasil e Uruguai, Guilhermo Santiago fez da música a sua vida e desde 1998 também a usa para mudar a vida de outras pessoas. Sempre envolvido com produção cultural e com experiências que o levaram a passar vários anos conhecendo os povos indígenas da América Latina, hoje Guilhermo é diretor da Royes Consultoria em Desenvolvimento Humano. Entre a correria das palestras no Brasil e no exterior, ele encontrou uma pausa para falar com a Interface.

 

Como a música pode transformar pessoas?

Guilhermo: O som influencia diretamente o sistema límbico-hipotálamico, que atua sobre as emoções e os estímulos sonoros elevam a sensibilidade desta e de outras regiões do cérebro. Isso é fisiologia pura. Com a música consigo tirar as pessoas de sua zona de conforto e levanto questionamentos que as ajudam a rever conceito e alterar postura. Mas, para cada caso há um tipo de trabalho?

 

Ou seja, não existe uma fórmula pronta?

Guilhermo: Trabalho com o S.O.M (Sistema de Organização Musical), método que eu desenvolvi e que estuda os efeitos do som no organismo e no psiquê. A reação das pessoas é diferente e conforme essa reação eu vou conduzindo a palestra que extrair o que há de melhor em cada turma. Existe uma interação entre a plateia e eu. Isso faz com que eu tenha que obter as respostas para, baseado em todas as opções que tenho, decidir o próximo passo. É um desafio constante.

 

É possível transformar pessoas com apenas uma palestra?

Guilhermo: Dificilmente isso acontecerá, mas não se pode descartar 100%. Mas, aqui tenho que explicar uma diferença fundamental entre sensibilização e mudança. Baseado no que o cliente solicita, eu tenho que definir qual método vou utilizar. O objetivo das palestras, que duram cerca de duas horas, é sensibilizar as pessoas, mostrar o quanto é essencial estar no lugar certo, trabalhar com alegria, fazer parte de um time que tenha objetivos comuns, despertar algo que as faça repensar da forma como estão levando as suas vidas. Por outro lado, se o cliente que se aprofundar, ai falamos de mudança comportamental e isso requer mais tempo.

 

Empresas de diferentes segmentos necessitam de treinamentos diferentes?

Guilhermo: Não por serem de segmentos diferentes, mas, simplesmente por serem diferentes. Mas, posso afirmar que quanto mais especialistas são as pessoas que participam das palestras, mais trabalho eu tenho para conduzir o trabalho. Eu tenho que me esforçar ainda mais para tirá-los do mundo que eles dominam, no qual eu não posso e nem quero competir com ele. No caso das empresas de TI, eu não posso levar a conversa para terminar falando de sistemas e programas, pois eles se sentem à vontade com o tema. Assim, eu proponho falarmos da vida, dos amigos...

 

Da vida e dos amigos? Como assim?

Guilhermo: Primeiro, porque isso mexe com o lado emocional deles. Segundo, porque meu trabalho é feito para ajudar a construir pessoas melhores. Esse é o foco principal e onde tudo começa. Com pessoas melhores é inevitável que venham à tona profissionais melhores. Não falo da parte técnica, mas do lado humano. Pessoas melhores, profissionais melhores, por consequência.

 

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